Aspergers e namoro

Foto: Reprodução Relacionamentos amorosos sem sombra de duvidas é um dos aspectos mais importantes e também difíceis na vida de qualquer um. E para uma pessoa que sofra com a Síndrome de Asperger, ou ainda tenha algum outro transtorno dos quais formam os Transtornos do Espectro do Autismo (TEA), esse […] 10-jul-2016 - Gedrag kan er soms toe kan leiden dat een kind de stempel ADHD, Asperger of dyslexie krijgt, terwijl er ook sprake kan zijn van een verbaal performale kloof OC87: The Obsessive Compulsive, Major Depression, Bipolar, Asperger's Movie: 2010: Documentary writer: 'Hero' X Factor: TV Series performer - 1 episode, 2010 writer - 1 episode, 2010: Paul O'Grady Live: 2010: TV Series performer - 1 episode: Getaway: TV Series performer - 1 episode, 2010 writer - 1 episode, 2010: Cuando me enamoro: 2010 me parece una utopia que una chica se enamore de un asperger pues a mis 43 años no he conocido el a Me parece una Utopia que una chica joven y guapa se enamore de un Asperger y lo dice uno que ya tiene 43 años y nunca ha tenido novia y ha sido un 'Patito Feo' en todas partes ,para mi como Asperger este tema es como una tortura china como las que hacian en las peliculas de Fu-Manchu. Dicas para namorar com alguém que tenha a Síndrome de Asperger. Relacionamentos amorosos com alguém diagnosticado com síndrome de Asperger (conhecido também como Aspie) são um desafio, pois eles têm dificuldade com a comunicação e em demonstrar empatia, aptidões que os relacionamentos saudáveis necessitam. Nueva York, 1945. Mientras en Viena, Hans Asperger disfrutaba de su nuevo empleo en la Universidad, al otro lado del Atlántico, en Nueva York, cubierta bajo la nieve del invierno de 1945, el famoso científico, y ya premio Nobel de Física, Albert Einstein, considerado como una de las mentes más prodigiosas que ha conocido la humanidad, se dirigía en un discurso a la ciudadanía. E foi através da internet que conheci o amor da minha vida. Vi-o uma vez a tocar numa banda de um conhecido meu. Não demorei muito tempo a encontrá-lo no HI5 e a pedir para ser sua amiga. Anónimo dijo... Yo estoy enamorada de un aspie y lo amo tal y como es, es cierto que muchas veces no entendemos muchas cosas, pero los aspies siempre son muy comprensivos y por lo menos en mi caso el siempre se pone en mi lugar y me entiende, ojala yo supiera demostrarle más lo mucho que lo amo, porque nunca se superaran los detalles que tienen los aspies para su amor, por que a veces no los ... Baseado na minha experiência pessoal, eu gostaria de hoje discorrer sobre a relação dos Aspergers para com o Amor. Muita gente considera Aspergers socialmente limitados e incapazes de se relacionar… A neurotípica que se casar com eles terá de tolerar as manias deles e suas rotinas.O Asperger também tem a tendência de se fechar na relação a dois, ou seja,concentrar a relação só nos dois e só fazer programas a dois, e como geralmente não tem amigos, ou tem poucos,não faz programas em turma, não reúne amigos em casa,e acaba, mesmo sem querer, fazendo a esposa se afastar dos(as ...

O desabafo de um autista.

2020.09.05 23:06 LeprechaunBR O desabafo de um autista.

Olá, turma e, talvez, Luba & Cia. Ltda. Bună ziuă, ce faci? Bom antes de começar de fato, existe uma coisa sobre mim que deve ser considerada. Tenho meus 26 anos e sou autista, tenho dificuldade em expor minhas ideias então, talvez esse texto fique sem sentido ou longo de mais, mas vou me esforçar pra me comunicar bem. (caso queiram cortar e editar, eu aceito a ajuda!) Sou filho de uma mãe solteira, que sempre lutou muito para vencer na vida. Meu "pai" teve problemas com drogas e minha mãe fugiu dele logo que eu nasci. Essa fuga nos fez sempre viver em dificuldade financeira, por sermos sempre nós dois. Ela se abrigou por alguns meses na casa do irmão mais velho dela, junto comigo ainda bebê. Meu tio é um homem muito rico, possui terras e posses, ajudou minha mãe a conseguir um trabalho. Esse período fez minha mãe idolatrar muito o meu tio. Minha infância foi regida em ficar fora do caminho da minha mãe que conseguiu trabalhar como enfermeira em dois turnos num hospital, e tentar me concentrar na escola. Era difícil, os sons e os movimentos das crianças me incomodavam muito e meu desempenho (copiando e fazendo tarefas no caderno) era terrível, embora eu fosse reconhecido como um aluno muito inteligente. Meu tio e sua família, bem como o restante da minha família sempre fez questão de mostrar que eu não era homem o bastante e nem merecia o respeito deles. Com piadas, pegadinha e comentários maldosos que eu só fui compreender quando comecei a fazer terapia. Aos 19 anos, morando sozinho eu tive a oportunidade de fazer psicoterapia, onde com uma equipe muito carinhosa e dedicada à mim, eu fui diagnosticado com a síndrome de Asperger, um dos espectros autistas. Esse diagnóstico foi chocante, mas fez com que muitas peças se encaixassem e eu entendesse o porque de eu ser tão estranho. Bom, minha família é extremamente machista, racista e capacitista. Quando comentei do diagnóstico minha mãe disse que não acreditava que eu tinha ido num médico de doido e colocou esse diagnóstico como culpa pra tudo que dava errado comigo, empregos, namoros, etc. Eu tinha que conter minhas crises em casa, não podia demonstrar o que estava sentindo. Certa feita ela descartou meus remédios porque "eu ficava estranho" quando os tomava. O ápice desse desabafo acontece agora. Eu iria fazer uma prova importante na casa desse tio, que não gostava de mim. Naquele dia eu, que sempre busquei a aprovação dele, comentei que estava buscando um intercâmbio gratuito na Espanha. Nesse momento ele me sentou numa cadeira e por mais de uma hora me ofendeu, me comparando ao meu "pai" me chamando de coisas muito pesadas, afirmando que eu só queria que minha mãe morresse pra eu pegar o dinheiro dela. (talvez porque eu pedi ajuda para pagar um mês de aluguel quando me mudei porque não iria receber naquele mês) e o pior foi que minha mãe agradeceu a ele por ter falado. Eu tive uma crise sensorial muito intensa, eu não sei como descrever essas crises, mas é como se sua pele não coubesse no seu corpo, tudo parece coçar muito e por mais que você puxe o ar ele não vem. Me mandaram parar de frescura. Tive que fazer a prova com esse espírito. (infelizmente reprovei) Minha terapeuta me ajudou a entender que eu não preciso ficar próximo deles, que eu devo buscar pessoas que me fazem bem. Hoje a pesar de ainda ser a vergonha da família, eu vivo até bem. Sou formado em fisioterapia e me especializei em neuropediatria e agora busco uma especialização em terapia intensiva, namoro uma mulher incrível e consigo conviver com o autismo. O recado que deixo, caso esse desabafo seja lido, é que você é mais! Você é mais que uma família complicada, você é mais que um diagnóstico, existe um mundo inteiro dentro de você!
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2020.02.06 18:16 _Punish3r Diagnóstico de Espectro Autista

Olá a todos, Me chamo Guilherme, tenho quase 20 anos (irei fazer em 4 de Maio), e novembro do ano passado, estava passando com a Neuropsicologia, e descobri meu diagnóstico de Espectro Autista.
E fica até que mais claro para mim em vários aspectos sociais da minha vida, sempre tive muita dificuldade em me socializar desde cedo, não curto festas em familia, por exemplo por parte do meu pai, que são 5 Tios e uma quantidade exorbitante de primos(a) e familiares, costumo não ir, por odiar o barulho alto e qualquer local com muita gente junta.
Na época de Escola, sempre fui o mais isolado da sala, e tanto no intervalo , eu demasiado e triste, ficava sentado no banco esperando a ''morrer da bezerra. Muitos familiares, sempre diziam que é por ser ''Timido'' ''Fase Natural'' ''Isso Passa ao decorrer do tempo'', mas não foi isso, agora que eu sei meu diagnóstico TEA (Transtorno do Espectro Autista) tudo mudou, até meu pai acha que pode ter sinais de TEA na época dele de Juventude.
Lembro caso, de garotas me olhando com desdém, pelo simples fato que estava apaixonado por uma garota da minha sala, mas infelizmente não é o que eu esperava, ela me maltratou não-verbalmente naquele dia com as amigas delas, e isso me machucou muito.
Tenho quase 20 anos, e nunca namorei, nunca beijei nenhuma garota se quer (BV e BVL), e já fui taxado até como ''GAY'' por ter esse aspecto moderado por tal ação. Já tentei pedir amigas que eu amava muito em namoro, mas todas foram apenas a resposta: ''Apenas Amizade'' ''Te vejo apenas como um Amigo'' ''Te magoaria se eu te desse um fora''. Porra prefeiro mil vezes que fale de coração e seja sincera, do que apenas fazer um textão gigantesco pedindo desculpas por apenas ficar se próprio diminuindo, para não namorar comigo. Eu sempre quis um relacionamento sério, sou um cara comprometido com esses tipos de assunto.
Agora estou lutando para me amar do jeito que eu sou um Asperger, e batalhar para virar uma pessoa digna e honesta. Estou Cursando Jogos Digitais (Ultimo Semestre), e sou Faixa Laranja do Karatê Kyokushin.
Acho que por enquanto é isso mesmo, queria desabafar isso, que vocês podem estar sofrendo muitos problemas, e podem ter algum sintoma de Autismo Leve ou até Moderado, e suas familias não percebem isso.
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2019.06.11 06:20 McpZ Minha relação com Asperger

Primeiro desabafo
Nasci no norte do Brasil, aqui o melhor médico é o avião, o segundo melhor é o barco. Não é que os médicos aqui sejam ruins, mas imagine você estudar para doenças comuns no sul e centro-oeste e estar numa região de doenças tropicais. A educação também não é a melhor, mas eu já era diferente de início e não sabia. Era muito calado, não socializava, e quando chegou na época da alfabetização estava claro que tinha algo estranho e meus pais me levaram num pediatra. Diagnóstico: déficit de aprendizagem. Comecei a ter aulas de reforço. Aos 7 anos eu já trabalhava e estudava, para mim isso era normal, meus pais tinham sido criados assim e assim também era na casa dos meus primos. Porém eu tinha que me esforçar mais, não podia ficar para trás nos estudos. A cobrança era grande. As vezes eu fugia na hora do descanso do trabalho para ler algo na biblioteca pública, assim com o passar dos anos meus primeiros livros foram toda a obra de Monteiro Lobato, pequeno príncipe, Mafalda, literaturas obrigatórias da escola. Admito que demorei para acompanhar a turma. Para alguns eu era um nerd, para muitos eu era um leso. Preferi ficar com os nerds, eles me ajudaram a estudar mais, mesmo quando eu cheguei a reprovar em história e matemática, estar junto com eles me dava foco. Um deles me ensinou a gostar de ler livros muito grande, como senhor dos anéis, o que futuramente me ajudaria nos estudos. O segundo me ajudou, com uma rivalidade saudável, a ter uma mente analítica, e graças a ele eu peguei o gosto por exatas, o último gostava de RPG, e viajava na maionese, eu gostava dos mundos que ele criava, e aprendi muito nas sessões de RPG sobre o poder da imaginação. Por fim chegou a puberdade e eu estava só outra vez, mas não que eu tivesse me tocado disso, me avisaram, eu só era eu mesmo. Enfim chegou o vestibular e eu tive a oportunidade de ir estudar em outro estado, se passasse, ficaria estudando mais 5 anos. Sinceramente na época eu nem sabia o que era vestibular, mas eu tinha pego o gosto pelo estudo, então eu fui. E foi o melhor ano da minha vida. Depois de ter passado em todos os vestibulares, e finalmente no que eu queria, pedi em namoro uma menina com quem me aproximei o ano inteiro, como falei no primeiro desabafo. Bom não deu muito certo essa parte. Faculdade, trabalho, algo começava a se manifestar estranho, tinha feito ótimos amigos em Belém, porém era como eu não conseguisse me comunicar direito com eles, que isso fosse normal com estranhos, mas com pessoas próximas era frustante. Eu ficava depremido, eles me ajudavam, faziam de tudo pra me deixar melhor. Até que um dia quebrei o pé de manhã, a menina que eu ainda gosto ligou de noite me cobrando ... E eu caguei. Não sei porque fiz, mas quando ela desligou eu sabia que não era eu. Eu fiquei envergonhado de mim, eu não me entendi. Foi foda. A partir daquele dia eu prestei mais atenção em mim. Eu achava que tinha claustrofobia... mas algo estava errado, déficit de aprendizagem, eu já apreendia mais rápido que os outros, mas eu ...era estranho. Muito bonzinho, odeio porque odeio, amo porque amo, amoral, já entreguei flores a pessoas depremidas, levo comida para outros no trabalho, estudo todo dia( tornei um hábito), não julgo pessoas ( mas a ela deve caber a consequência de seus atos), penso que todos somos humanos e podemos fazer coisas boas e ruins. No ano de 2009 meu pai teve um ataque cardíaco, e eu, que tinha acabado de terminar a faculdade fui ajudar a família. Esse ano foi horrível, quando meu pai estava se recuperando, algo acontece comigo: ataque de pânico. Inicialmente vários ataques de pânico ao dia ao ponto que eu não saía de casa, os ataques eram causados por ansiedade, e eu já tinha um quadro depressivo que não tinha sido diagnosticado antes. Mesmo na época em que eu estava quase sedado, a ansiedade era tanta, que consegui um ótimo emprego, que permitiu eu me cuidar. Com o ótimo emprego pude pagar o melhor tratamento possível e foi quando descobri que tinha Asperger, e que minha crise de ansiedade, pânico, depressão, foi causado eu ter estourado meus limites emocionais e suportado demais. Hoje eu me entendo plenamente, só tomo o remédio básico pois uma vez que você ultrapassa seu limite, você tem que reaprender a se respeitar, e descobrir quando deve se permitir. É um professor, que de modo cruel, só quer sua felicidade.
TL;DR: não ter diagnóstico cedo de autismo pode causar sérios problemas de saúde mental e social
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2017.03.09 23:54 UnfulfilledLyf [Sério] Autismo e Namorar

Boa noite pessoal,
Tenho a noção que já foram discutidos assuntos semelhantes a este no portugal, no entanto, nunca vi nenhum tópico que discutisse diretamente o assunto relacionado ao meu título.
Têm algumas dicas em particular para pessoas que têm autismo (alto funcionamento e Aspergers) e que querem entrar no mundo do namoro e conhecer raparigas? Sei que há uma série de regras para tal, no entanto não sei muito bem como proceder relativamente a este assunto? Sem falar que lugares como cafés ou bares, que são lugares típicos para dating, são desconfortáveis para pessoas com autismo devido a questões sensoriais.
Para que conste, tenho 18 anos, acho que só tive uma ou duas amigas na minha vida, nunca namorei e sofro de Síndrome de Asperger. Quem quiser dar dicas, sem bocas, feel free to do so.
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MuNDo AsPeRGeR: Enamorarse de un aspie.

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